Mostrando postagens com marcador região metropolitana da grande vitória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador região metropolitana da grande vitória. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mobilidade Urbana é solução

Aconteceu no 4 de setembro de 2012, em Vitória, um evento chamado "Mobilidade Urbana é solução" com a ilustra presença de Enrique Peñalosa, o ex-prefeito de Bogotá.

O evento começou com o atraso do governador que provavelmente ficou preso no trânsito! Brinquei na hora: "eu acho que ele não veio de bicicleta..." (Eu tinha vindo de bicicleta). Faltou talvez ter uma ciclovia na Terceira Ponte para ajudar?



Antes do início do evento Fernando Braga entregou para o Governador, o secretário de transporte Fábio Damasceno e Enrique Peñalosa, a versão impressa do CTB de bolso editado pela ONG Transporte Ativo. Um livreto muito bacana que relembra todas as regras de trânsito úteis para motoristas respeitar os ciclistas e ciclistas respeitar o CTB e conhecer as normas, regras, punições etc...

O evento abriu-se com a fala do presidente do Grupo Buaiz, Américo Buaiz Filho, dono da TV Vitória.

Em seguida foi a vez do governador que falou do plano de mobilidade urbano metropolitano. Ele também anuncio a criação de um plano cicloviário metropolitano, algo novo para mim.

Depois do governador, quem falou foi o Fábio Damasceno, que enfatizou os BRTs. Ele falou que a avenida Leitão deve ser ampliada para 3 pistas para desafogar a Reta da Penha onde deve passar a linha do BRTs. Fiquei um pouco surpreso porque não sei onde vai caber a ciclovia prevista no PDTMU de Vitória na Leitão da Silva. Será que ela vai ser deslocada para a Reta da Penha? Bizarro mesmo!

Antes do Enrique Peñalosa, foi a vez do Wagner Colombini que enfatizou ainda mais o sistema BRTs, chegando a idealizar ele como o melhor modal que pode ser feito para uma cidade!

Finalmente a última pessoa a falar antes da mesa redonda final foi Enrique Peñalosa. Ele falou muitas coisas interessantes! Ele enfatizou que o mais importante para conseguir uma mobilidade urbana boa, é restringir o uso do carro. Além disso o BRTs tem que ser de qualidade, para poder atrair pessoas de todos os níveis sociais etc... Ele insistiu também bastante sobre a importância de devolver o espaço público para os pedestres e os ciclistas para dar nova vida a cidade. Ainda é de fato o contrário que está sendo feito em na Grande Vitória. Em vez de restringir o fluxo dos carros, o trabalho sendo feito é desenvolvido para dar fluidez ao trânsito, isso quer dizer incentivar o uso dos carros! Ele explicou claramente que isso nunca deu certo em nenhuma cidade do nosso planeta!! Quem sabe deu certo em outro planeta ou galáxia?


Apesar de ter visto uma pequena evolução no discurso das autoridades do Estado, com o anúncio do plano cicloviário, por exemplo, as ações para tornar mais sustentável a Grande Vitória são muito tímidas. Permaneceu claramente o paradigma antigo que consiste em duplicar as vias, de tirar os "gargalos" e assim várias obras em andamento continuam sem ciclovia, assim como novos projetos, por exemplo na avenida João Palácio na Serra, ou na rodovia José Sette em Cariacica...

A mesa redonda final reuniu os secretários de transporte de Vitória, Serra, Vila Velha e Cariacia, Fábio Damasceno, uma representante ou presidente do sindicato da GV Bus e Enrique Peñalosa. Enrique Peñalosa respondeu a maioria das perguntas. Depois o animador sugeriu dar a palavra aos secretários de transporte, acabando de fato com a discussão interessante. Mais uma vez, o momento mais interessante de discussão, perguntas, reflexões foi encurtado. Esse tipo de coisas é infelizmente muito frequente nesses eventos políticos. Eu acho isso muito triste, lastimável enquanto tinha uma discussão muito interessante... Merecemos mais do que isso. A mesa redonda precisa de uma hora, pelo menos, se tiver assunto para debater!

A respeito dos secretários de transporte, eu notei em particular que o secretário de Cariacica se vangloriou de ter asfaltado 100 km de vias. A secretária de transporte da Serra reclamou das dificuldade para realizar obra e citou um poste de energia elétrica na obra da avenida João Palácio que está emperrando a obra há muito tempo... Enfim ficou claro que o trânsito vai piorar por muito tempo na Grande Vitória se não houver renovação drástica da classe política que deve gostar de ver a população sofrer longas horas no trânsito, e em particular, os mais humildes, que cada vez mais tem que morar mais longe do centro por causa da especulação imobiliária no contexto de crescimento rápido da população, na região metropolitana.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Coletâneas de artigos sobre Vitória, a mobilidade urbana e a bicicleta como meio de transporte

Vou aqui colocar links para alguns artigo que discutem a mobilidade urbana e o modal bicicleta em Vitória.

1) Artigo mostrando que a prefeitura ainda não aplicou uma das diretrizes do PDU de 2006, não substitui estacionamento de carro por ciclovia. Seria justamente possível fazer uma ciclovia no centro de Vitória com custos financeiros mínimos. Infelizmente parece que diminuir o estacionamento dos carros é algo muito impopular. Fica difícil aplicar essa diretriz. Se eu fosse prefeito, será que eu teria condição de aplicar essa diretriz? Mais detalhe no link: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2012/01/estacionamento-versus-calcada-e.html

2) Apesar da falta de ciclovia em Vitória, existem soluções alternativas, a rotas alternativas que permitem evitar algumas avenidas perigosas onde os carros correm acima da velocidade permitida sem nimguém nunca ser punido. Exemplo disso são a Norte Sul, a avenida Beira Mar ou algumas avenidas do Centro de Vitória.  As rotas alternativas estão reunidas no mapa cicloviário dos ciclistas da Grande Vitória que está em construção mostra as rotas alternativas, algumas ciclovias (preciso mapear todas elas), bicicletários bons.
Existem algumas outras rotas que conheço e certamente muitas outras que não conheço. Infelizmente muitos ciclistas não usam essas rotas alternativas e mais seguras e continuam andando em grandes avenidas e, pior, na contra-mão como no Centro de Vitória. No centro de Vitóra a rota alternativa que conheço é mesmo um pouco mais complicada de usar porque precisa subir por trás da Catedral Metropolitana, sem marcha fica impossível passar por lá pedalando.


3) Falta de bicicletário e quase ausência de bicicletários bons (só tem um até então):
O PDU estipula o número de vaga de estacioamentos comerciais (no mínimo um paraciclo por loja) para bicicletas para estabelecimentos comerciais ver artigo (Bicicletários segundo o PDU de Vitória)
 Apesar dessa regra, novos estabelecimantos comerciais são liberados sem bicicletários (por eemplo: Banco do Brasil no Jardim Camburi, prédio com galeria comercial na Praia do Canto...)
O primeiro bicicletário público bom de Vitória, na avenida Rio Branco: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/09/primeiro-bicicletario-publico-de.html
Para entender porque usar bicicletário em U invertido: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/11/tecnica-para-prender-sua-bike-com.html
Bicicletário obsoletos na Curva da Jurema: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/09/bicicletarios-obsoletos-da-curva-da.html
(falta de) Bicicletários nos quiosque da Orla de Camburi :http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2012/01/bicicletarios-nos-quiosques-da-orlas-de.html
Existe um projeto de lei sobre bicicletários públicos em Vitória:
http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2012/01/projeto-bicicletarios-publicos-em.html

4) A UFES está repleta de estacionamentos de carros mas não tem bicicletários. Ela está atrasada na questão da mobilidade urbana sustentável enquanto deveria estar a frente e levar o barco!
http://vitoria-sustentavel.blogspot.com.br/2012/04/ufes-sem-bicicletarios.html

5) Discussão sobre mobilidade urbana: O estado não está incluindo a bicicleta como meio de transporte autônomo! O estado está por exemplo ampliando a Rodovia José Sete perto do Terminal de Itacibá e parece que ele não vai colocar ciclovia lá. Na duplicação da avenida João Palácio na Serra, na frente do Shopping Mestre Álvaro, também parece que não está previsto nenhuma ciclovia apesar de ser um eixo de fluxo de ciclistas importante.
Além desses casos marcantes, de fato não tenha um planejamento cicloviário metropolitana que integra e repensa as redes cicloviárias da Região Metropolitana da Grande Vitória. Podemos ver que as conexões Vitória-Serra são sem manutenção e com interupções (ciclovia da avenida Norte-Sul), Vitória-Vila Velha e Vitória-Cariacia  (nenhuma ponte com ciclovia desse lado da Ilha de Vitória).
http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/11/mobilidade-urbana-na-grande-vitoria.html


Eu vou acrescentando pouco a pouco outra informações interessantes a respeito da mobilidade urbana e do modal bicicleta da Grande Vitoria.

domingo, 6 de novembro de 2011

Mobilidade urbana na Grande Vitória

No 4 de novembro de 2011, aconteceu o seminário "Transporte Público e Mobilidade Urbana na Grande Vitória" na Assembleia Legislativa do ES . Após o seminário, ficou muito claro que os ciclistas urbanos precisam defender a integração  da bicicleta na política de mobilidade urbana da Grande Vitória que não está incluída na política de mobilidade urbana que considere essencialmente carros e ônibus.




A mesa de discussão abriu o seminário com um discurso teórico sobre mobilidade, usando números... Durante ele, muito pouco se falou do modal de transporte ciclístico. Quando chegou a se falar dos projetos reais, não se falou mais na bicicleta. Aparentemnte, para as autoridades presentes na mesa, a bicicleta não faz parte de fato da mobilidade urbana da grande Vitória. Isso vai contra o consenso atual em termo de mobilidade urbana que sempre conta com uma diversificações dos modais incluindo o modal bicicleta como podemos ver acontecer em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo.




Políticos esqueceram de incluir a bicicleta nos projetos de mobilidade urbana


Na hora dos questionamento pela plateia, somente uma pessoa da plateia, um professor do IFES perguntou sobre a implementação de ciclovias para a mobilidade urbana. Foi também apresentado um projeto arrojado de aquaviário com 17 pontos de embarque/desembarque mas nenhum políticos se posicionou em relação a esse projeto.

Após os questionamentos, a mesa encerrou o seminário sem responder a nenhuma perguntas mas falou que será feito um outro seminário para apresentar o projeto de BRT. Pareceu subentendido que a mobilidade urbana da Grande Vitória ou, vamos dizer sua melhoria, se resume a implantação do BRT.


mobilidade urbana na Grande Vitória = BRTs?

O que me deixou triste foi que a bicicleta como modal de transporte foi destorcido. O secretário de desenvolvimento de Vitória, Kleber Frizzera, apresentou em particular dados de modais para deslocamentos interno do município de VItória. Dentro desse limite, segundo o estudo citado, o modal bicicleta, representa 2,5% dos deslocamentos em Vitória. Eu fiquei surpreso de ver que ele não comentou que se considerarmos os deslocamentos intermunicipais, esse porcentual é muito maior. Se for considerar por exemplo os trabalhadores do setor industrial, na Grande Vitória o modal bicicleta representa 12 % dos deslocamentos, a frente do carro que representa 8%. No Brasil inteiro a média de deslocamentos por bicicleta representa 7,4% (cf outra postagem no meu blog). Não sei se o secretário Frizzera deliberadamente usou esse número (2,5% de deslocamentos internos) para descaraterizar o modal bicicleta, deformando a realidade, ou se realmente ele desconhece a realidade da mobilidade urbana na Grande Vitória?

É claro que os BRTs  são importantes mas não podemos excluir a discussão do modal bicicleta da mobilidade urbana na Grande Vitória. Mais importante é diversificar a mobilidade urbana, oferecer alternativas para as pessoas. O modal bicicleta mostrou que ele tem um impacto que vai além do trânsito, por exemplo em Bogotá, o prefeito de Bogotá relata que as ciclovias foram fundamentais em paralelo com as melhorias do transporte público para melhorar o trânsito (ele também fala que dá votos para caramba!). Além disso com esses dois ingredientes, foi possível reduzir a criminalidade. Em dez anos, a taxa de homicídios de Bogotá caiu de 82 para 16 por 100.000 habitantes. A diminuição da taxa de homicídios foi associada lá a dignidade dada aos mais pobres pelo Estado...

Homicídios e engarrafementos não são justamente dois problemas fundamentais da Grande Vitória? O que estamos esperando para pedir o melhor que nos podemos obter por enquanto, uma diversificação dos modais que inclui a bicicleta como modal?


Precisamos de mais gente inteligentes apoiando essas ideias para melhorar a qualidade de vida na Grande Vitória.


Para saber mais:
Prefeitos de outras cidades investem em ciclovias: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/10/prefeitos-de-outras-cidades-investem-em.html
Rede de ciclovia pode reduzir taxa de homicídios: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/10/ciclovia-da-voto-segundo-o-prefeito-de.html
Para o modal bicicleta, nem todo é ciclovia, um outro exemplo de infraestrutura para deslocamentos seguro de ciclistas em bairros residenciais, o Bicycle Boulevard: http://vitoria-sustentavel.blogspot.com/2011/10/bicycle-boulevard.html

domingo, 25 de setembro de 2011

(Para um mundo melhor com) a 3a ponte para os ciclistas

 No dia mundial sem carro um grupo de ciclistas subiu a terceira ponte que liga Vila Velha a Vitória (ver vídeo abaixo). Eles querem mostrar a necessecidade de ter uma ligação cicloviária entre Vila Velha e Vitória para ciclistas.

Essa ponte é a infraestura principal de ligação entre Vila Velha e Vitória. Infelizmente, os ciclistas são excluídos dessa ponte enquanto a "Grande" Vitória está  totalemente saturadas de carros, os ônibus cheios e dirigidos com baixos padrões de qualidade.

 Segundo o site http://bicicletada.org/vitoria, a Tribuna do 224 publicou a respeito dos projetos de planejamento urbano do secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas Fábio Damasceno. São apresentados projetos megalomaníacos de ampliação de avenidas e construção de novas pistas. Esse tipo de projeto vai evidentemente levar as pessoas a comprar mais carros e a Grande Vitória vai ficar mais congestionadas. Os ciclistas vão ficar ainda mais excluídos. Ao pensar a ampliação da terceira ponte foi ignorarado uma reivindicação histórica dos ciclistas da grande Vitória de uma ciclovia e apenas pensam em mais uma via para carros.

Algums autoridades da prefeitura de Vitoria podem falar que as pessoas precisam mudar seus meios de transporte, deixar o carro e andar de ônibus ou bicicletas mas diante de conjetura fica extremamente difícil isso acontecer. Quem se desloca de bicicletana Grande Vitória precisa um guerreiro para aguentar motoristas perigosos, buracos, ondulações, paralelepípedos desajeitados, falta de ciclovias e bicicletários adequados, preconceits...

domingo, 5 de junho de 2011

Rota segura para a travessia do Jardim Camburi (para ciclistas)



Usar a bicicleta para fazer o trajeto casa-trabalho na Grande Vitória não é tarefa simples, entre outras coisas, entre outras coisas por causa da falta de conexões entre os diversos trechos de ciclovias.

No Jardim vejo muita gente da Serra se deslocando na avenida Norte-Sul. Uma avenida onde a velocidade não é respeitada, os carros atingindo frequentemente mais de 100 km/h. Em caso de acidente a probabilidade do ciclista morrer é alta com uma diferença de velocidade muito superior a 36 km/h.

A sugestão é simplesmente entrar dentro do Jardim Camburi e andar em ruas paralelas a avenida Carlos Martins. O rota que achei é a seguinte funciona para idas e voltas pois passa em ruas de mão dupla.



 A rota:

1) A partir da Orla de Camburi, entrar na Carlos Martins durante 100-150 metros. É o trecho mais perigoso mas é bem curto mesmo, vira a primeira a esquerda.
2) Pegar a 4a rua a esquerda
3) 1a a direita
4) 3a a direita
5) 1a a esquerda, perto do restaurante Fontes
6) Passa na frente da maternida Santa Paula e segue até o fim da rua
7) Vira a direita e faz o retorno antes do sinal (só para bicicleta/pedestre)
8) Vira a direita, chegando na faculda Estácio de Sá

Direção Serra:

A partir daí pode
9a) ir a direita subir para o bairro de Fátima com a nova estrada de chão passando na frente do lugar que fica cheio de lixo

9b) ou ir até o Parque da Fazendinha subindo a pé no parque, se for possível, não sei?
9c) pegar aquela subida onde tinha o antigo Cocorico's (perto do supermercado Carone)


Sugestões de melhorias futuras:

O ideal seria transforma essa rota em uma ciclorrota mas antes disso o Brasil preciso conhecer o conceito. O custo é baixíssimo mas o impacto pode ser grande. Pode compensar o problema da ciclovia da Avenida Norte-Sul que não leva a nada, só leva a avenida que é um perigo atravessar, com nenhum carro respeitando as limitações de velocidades...

Uma coisa mais rápida e simples seria colocar 3 ou 4 lombadas rápidas na avenida Dr Herwan Dewenese Wanderley para  limitar a velocidade máxima dos carros que tendem a andar muitas vezes acima da velocidade limite de 40 km/h. (Esse trecho que é frequentemente usado para desviar a avenida Carlos Martins). Algumas lombadas deveria limitar esses tipos de condutas, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas morando ali...

Links:
http://g1.globo.com/sao-paulo/respirar/noticia/2011/07/ciclorrota-e-opcao-para-diminuir-emissao-de-poluentes-em-sp.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/ciclorrota+comeca+a+funcionar+nesta+quarta+na+zona+sul+de+sao+paulo/n1597090710205.html


Rota segura no centro de Vitória (para ciclista)



Usar a bicicleta para fazer o trajeto casa-trabalho na Grande Vitória não é tarefa simples, entre outras coisas, principalmente por causa da falta de conexões entre os diversos trechos de ciclovia.

Uma região conhecida como muito perigosa e desagradável de atravessar é o centro de Vitória. Eu coloco uma sugestão alternativa para atravessar o centro com mais conforto, mais tranquilidade. Perde somente alguns minutos mais ganha muito em segurança. É para o sentido Vitória, direção Cariacica.


A rota passa pela praça Costa Pereira, a catedral metropolitana e contorna o parque Moscoso para na ciclovia da entrando do porto de Vitória. Precisa andar 100 metros de calçada antes de atingir a praça Costa Pereira, não achei melhor com segurança por enquanto.

Peço desculpa porque essa rota não saiu muito bem, vou tentar melhorar ela no futuro.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Tirei essa notícia da seguinte fonte:
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=16378768

Plano cicloviário de Vitória será apresentado no Seminário Mobilidade Urbana/Ciclovias:



Vitória possui 23 km de ciclovia e a previsão é implantar mais 11 km até o próximo ano

O plano cicloviário de Vitória, que abrange a implantação de uma rede cicloviária na cidade de mais de 60 km, será apresentado pela Prefeitura de Vitória no Seminário Mobilidade Urbana/Ciclovias, nesta sexta-feira (09). O evento, promovido pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES), será realizado das 9 às 18h30, na sede do conselho (avenida Cesar Hilal, 700, Bento Ferreira.

A palestra sobre o plano cicloviário de Vitória está prevista para as 17 horas e será proferida pela subsecretária de Gestão Urbana, Clemir Meneghel, e pelo engenheiro civil e assessor técnico da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade Leonardo Schulte.

Incluído no Plano Diretor Urbano (PDU) - Lei 6705/2006 -, o plano cicloviário constitui-se de um traçado com as ciclovias implantadas na cidade e com áreas que têm projeto elaborado ou planejamento para a implantação. Hoje, Vitória possui cerca de 23 km de ciclovia e deve ganhar, até o próximo ano, mais 11 km, com as obras no Calçadão do Porto, no Centro; avenida Ferrari Ferrari, orla de Camburi e rua D. Maria Rosa, em Andorinhas.

Segundo o assessor Leonardo Schulte, constam ainda do plano cicloviário as características físicas e estruturais que orientam a construção de pistas exclusivas para bicicletas, como a largura mínima de 2,5 metros para as ciclovias bidirecionais. Também integra o plano a destinação de vagas para a guarda de bicicletas. Segundo o anexo 11 do PDU, o número mínimo de vagas exigido depende da atividade e da área do empreendimento. Enquandram-se, nessa exigência, supermercados, hortomercados, hipermercados, academias de ginástica, estabelecimentos de ensino, hospitais, clínicas, lojas e salas comerciais.

Assim, supermercados, hortos e hipermercados com até 5000m2 devem disponibilizar, no estacionamento, uma vaga para cada 70m2. Se esses estabelecimentos tiverem área superior 5.000m2, devem obedecer à seguinte regra: seguir o critério anterior e, para a área excedente a 5000m2, oferecer uma vaga a cada 100m2. A exigência de vagas para a guarda de bicicletas vale para projetos de novos empreendimentos protocolados na PMV após a publicação da Lei do PDU, em outubro de 2006.


Eu imagino que o Plano Diretor Urbano foi mudado! Não vi nehuma ciclovia na obra do Calçadão do Porto

quinta-feira, 24 de junho de 2010

MObilidade Urbana na grande Vitória 3

MObilidade Urbana na grande Vitória 3

O ponto mais criticado pelos trabalhadores e o "ônibus cheio", representando em todos os município entre 40 e 50%, exceto Vitória com 37%!

Entre as razões para não ir ao trabalho de bicicleta ou a pé, foram apontados:
distância 45%
perigosidade (trânsito/assalto) 6%Lienausência de ciclovia 4%

Evidentemente a perigosidade pode ser diminuída com a construção de ciclovias!

Cadê o plano cicloviário da região metropolitana da Grande Vitória?
O que foi feito em relação a integração com os terminais de ônibus e o aquaviário?
Alguém já viu um bicicletário em lugar algum na região metropolitana da Grande Vitória?

cf http://www.slideshare.net/Findes/apresentao-mobilidade-urbana-f-i-n-a-l

MObilidade Urbana na grande Vitória 2

MObilidade Urbana na grande Vitória 2

Metade das pessoas começam a trabalhar as 7H e acabam as 17H.
80% começam entre 7H e 8H e terminam entre 17H e 18H.

Fica notado para eu evitar o horário de pico! Eu achava que os horários eram mais espalhado do que isso! Parece ter tanto trânsito em muitos horários em Vitória!

No entanto de bicicleta, é melhor pegar o pico de trânsito porque o trânsito fica mais lenta é a probabilidade de um acidente fatal é menor.

MObilidade Urbana na grande Vitória

MObilidade Urbana na grande Vitória

Eu descobri na internet, um estudo muito interessante, do FINDES, sobre mobilidade urbana na região metropolitana da grande Vitória. (link) O estudo considerou os trabalhadores do setor industrial na reigão metropolitana de Vitória.

A bicicleta é a segunda modalidade de transporte  depois do ônibus a frente do carro! Interessante. No entanto, não vejo tantos investimentos em ciclovias!

O gráfico mostra bem esses dados obtidos pelo estudo da FINDES


São 12% de deslocamentos de bicicleta e 8% de carro, cf gráfico ao lado! Eu queria saber se a porcentagem de dinheiro investido em ciclovia é quantos porcento do total ?

Um outro ponto interessante é o fato de não ter nenhum trabalhador fazendo o trajeto Vitória>Vila Velha (ou Vila Velha> Vitória) de bicicleta. Evidentemente a principal razão é a falta de infraestrutura ou seja a quase impossibilidade de se fazer esse trajeto!

Se tivesse a possibilidade de fazer Vitória>Vila Velha, poderia certamente desafogar um pouco a terceira ponte?
(existe a possibilidade de passar pelo ponte Fiorentino Avidos mas o caminho é tão indireto longe para muita gente que não dá mesmo, além de ser perigoso).

Os trabalhadores morando em Cariacica estão trabalhando de maneira relativamente equilibrada em todos os municípios da Grande Vitória. Um eixo importante é o eixo Cariacica-Vitória. A prefeitura de Cariacica está aparente trabalhando um pouco para melhorar os trajetos de bicicletas, agora está construindo uma ciclovia ao longo da avenida Vale do Rio Doce, um lugar muito bonito alias! Ainda poucos trabalhadores andam de bicicleta entre Cariacica e Vitória, acredito eu por causa de perigosidade elevada du uso da bicicleta no centro de Vitória, um lugar estratégico mas bem esquecido de Vitória!

Realmente dá para ver que falta muita vontade política efetiva de melhorar as condições dos trabalhadores usando a bicicleta na grande Vitória. Falta também apoio da mídia, televisão e jornais e também. E você tem algo a ver com a qualidade da infraestrutura cicloviária na Grande Vitória?